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"A um designer cabe apenas em sua vida servir sem medidas onde o limite é ditado pela criatividade" (*Franjinha*)

sábado, 9 de julho de 2011

Canção Nova Formação!!! O verdadeiro casamento...

Estive numa cerimônia de casamento entre dois amigos meus que viveram a verdadeira preparação para o casamento: castidade, espera, perseverança, cuidado, zêlo, oração, meditação da palavra, conversa com deus, direção espiritual...

consumou-se num casamento de verdade. O casamento deles foi a consequência de uma vida de namoro e noivado plenos em Deus, mesmo com tantas dificuldades e provações, faz parte e é assim que o ser humano alcança a felicidade.
 O ser humano desde muito tempo se realiza nas batalhas e não nas facilidades e liberalidades por nada (hedonismos).
E essa batalha deles contra toda uma ideologia de "self-service" que é pregada por aí a "torto e direita", foi consumada em Cristo para sempre, pude acompanhar e sou testemunha de que a vida em Cristo é de felicidade plena e de muito amor. Amor esse que o mundo não conhece...e está muito longe de conhecer por vias próprias. Esse mundo precisa de Deus para alcançar a verdadeira felicidade! Eu quero, e vc tbm quer?

sites: www.cancaonova.com ; www.grupojovemdoitamarati.blogspot.com ; www.acampamentojuvenil.com.br

FORMAÇÕES

Imagem de Destaque

O cônjuge como um caminho para Deus

Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro
O encontro de duas pessoas em Deus – por intermédio da oração ou da vivência religiosa compartilhada – é uma das formas mais ricas e profundas de encontrar-se, já que estamos diante de Deus, com melhor que cada um possui. Diante do Senhor nos desprendemos de tudo o que normalmente dificulta o encontro e vamos assumindo com mais objetividade a atitude compreensiva, benigna e compassiva do amor de Deus.


A união de duas pessoas pelo sacramento do matrimônio abre a eles uma nova possibilidade de amor sobrenatural: o cônjuge como um caminho para Deus, como lugar de encontro com Deus. No momento solene das bodas, Cristo diz a cada um: Eu, desde agora, vou te amar especialmente através do cônjuge, vou convertê-lo em santuário do meu encontro contigo. E com isso me deixa o grande desafio de buscar ao Senhor no coração do outro onde desde agora está me esperando, de descobrir o rosto de Cristo no rosto do meu cônjuge, de acolher seu amor como transparente e reflexo do amor divino. Em contrapartida, eu devo ser Cristo para o outro, dar a ele o amor, a luz e a força que necessita para crescer e chegar até Deus. E assim cada um se aceita e se doa ao outro como lugar privilegiado de encontro com o Senhor.
Por isso, em todo matrimônio cristão está sempre Deus como terceiro, quem faz de ponte e laço de união entre os cônjuges. E precisamente quando Deus não ocupa esse lugar dentro do matrimônio, então há sempre lugar para outro terceiro, que destrói a aliança matrimonial.


O matrimônio é uma comunidade de salvação unida por um vínculo sobrenatural. O amor de Cristo e Maria selam nosso amor. Estamos unidos como a videira e os brotos. Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro. Minha santidade repercute no outro, meu pecado também.
Tão profunda é essa aliança [matrimonial] e esse conhecimento mútuo que os esposos deveriam chegar a ser diretores espirituais um do outro. Tanto se conhecem que podem ajudar ao outro em seu caminho de santidade. Essa aliança de amor se dá entre os esposos e dos esposos com Deus. Por isso é comunidade de salvação, de amor, vida e tarefas com Cristo e Maria.


Compartilhamos sua missão e junto com eles caminhamos para Deus Pai. Em caso que os contraentes humanos entrem em crise o terceiro os ampara. Cristo carrega com eles o matrimônio.


Depois de nossa consagração a Virgem ela também começa a ser uma aliada e nos ajuda no caminho. Ela também nos ampara.
O que dissemos sobre o matrimônio vale para todos os membros da família: pais, filhos, irmãos... Cada um é Cristo para os demais, reflexo do Senhor. Cada um é e há de ser, para o outro, um caminho para o Senhor, caminho privilegiado de amor a Ele.
Nisso encontramos o sentido da aliança matrimonial e o sentido da aliança familiar: Todos juntos, unidos e aliados com a Virgem Maria, caminhamos para Deus. Todos juntos, nos amando mutuamente como ao Senhor, nos consagramos a Maria e, mediante ela, nos entregamos para sempre a Deus.


Queridos irmãos, se nos deixamos educar e guiar pela Virgem Maria, então a aliança com ela é como uma grande escola de amor. Nela aprendemos a amar para percorrer os caminhos do amor divino e chegar ao coração do Pai. E é assim que se tornará realidade em nossa vida a aliança com Deus.
Padre Nicolás Schwizer
Movimento apostólico Shoenstatt
08/07/2011 - 08h00
Link desse artigo: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12414

Canção Nova Formação!!! O verdadeiro casamento...

Estive numa cerimônia de casamento entre dois amigos meus que viveram a verdadeira preparação para o casamento: castidade, espera, perseverança, cuidado, zêlo, oração, meditação da palavra, conversa com deus, direção espiritual...

consumou-se num casamento de verdade. O casamento deles foi a consequência de uma vida de namoro e noivado plenos em Deus, mesmo com tantas dificuldades e provações, faz parte e é assim que o ser humano alcança a felicidade.
 O ser humano desde muito tempo se realiza nas batalhas e não nas facilidades e liberalidades por nada (hedonismos).
E essa batalha deles contra toda uma ideologia de "self-service" que é pregada por aí a "torto e direita", foi consumada em Cristo para sempre, pude acompanhar e sou testemunha de que a vida em Cristo é de felicidade plena e de muito amor. Amor esse que o mundo não conhece...e está muito longe de conhecer por vias próprias. Esse mundo precisa de Deus para alcançar a verdadeira felicidade! Eu quero, e vc tbm quer?

sites: www.cancaonova.com ; www.grupojovemdoitamarati.blogspot.com ; www.acampamentojuvenil.com.br

FORMAÇÕES

Imagem de Destaque

O cônjuge como um caminho para Deus

Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro
O encontro de duas pessoas em Deus – por intermédio da oração ou da vivência religiosa compartilhada – é uma das formas mais ricas e profundas de encontrar-se, já que estamos diante de Deus, com melhor que cada um possui. Diante do Senhor nos desprendemos de tudo o que normalmente dificulta o encontro e vamos assumindo com mais objetividade a atitude compreensiva, benigna e compassiva do amor de Deus.

A união de duas pessoas pelo sacramento do matrimônio abre a eles uma nova possibilidade de amor sobrenatural: o cônjuge como um caminho para Deus, como lugar de encontro com Deus. No momento solene das bodas, Cristo diz a cada um: Eu, desde agora, vou te amar especialmente através do cônjuge, vou convertê-lo em santuário do meu encontro contigo. E com isso me deixa o grande desafio de buscar ao Senhor no coração do outro onde desde agora está me esperando, de descobrir o rosto de Cristo no rosto do meu cônjuge, de acolher seu amor como transparente e reflexo do amor divino. Em contrapartida, eu devo ser Cristo para o outro, dar a ele o amor, a luz e a força que necessita para crescer e chegar até Deus. E assim cada um se aceita e se doa ao outro como lugar privilegiado de encontro com o Senhor.
Por isso, em todo matrimônio cristão está sempre Deus como terceiro, quem faz de ponte e laço de união entre os cônjuges. E precisamente quando Deus não ocupa esse lugar dentro do matrimônio, então há sempre lugar para outro terceiro, que destrói a aliança matrimonial.

O matrimônio é uma comunidade de salvação unida por um vínculo sobrenatural. O amor de Cristo e Maria selam nosso amor. Estamos unidos como a videira e os brotos. Nossa salvação está unida ao outro e vem por meio do outro. Minha santidade repercute no outro, meu pecado também.
Tão profunda é essa aliança [matrimonial] e esse conhecimento mútuo que os esposos deveriam chegar a ser diretores espirituais um do outro. Tanto se conhecem que podem ajudar ao outro em seu caminho de santidade. Essa aliança de amor se dá entre os esposos e dos esposos com Deus. Por isso é comunidade de salvação, de amor, vida e tarefas com Cristo e Maria.

Compartilhamos sua missão e junto com eles caminhamos para Deus Pai. Em caso que os contraentes humanos entrem em crise o terceiro os ampara. Cristo carrega com eles o matrimônio.

Depois de nossa consagração a Virgem ela também começa a ser uma aliada e nos ajuda no caminho. Ela também nos ampara.
O que dissemos sobre o matrimônio vale para todos os membros da família: pais, filhos, irmãos... Cada um é Cristo para os demais, reflexo do Senhor. Cada um é e há de ser, para o outro, um caminho para o Senhor, caminho privilegiado de amor a Ele.
Nisso encontramos o sentido da aliança matrimonial e o sentido da aliança familiar: Todos juntos, unidos e aliados com a Virgem Maria, caminhamos para Deus. Todos juntos, nos amando mutuamente como ao Senhor, nos consagramos a Maria e, mediante ela, nos entregamos para sempre a Deus.

Queridos irmãos, se nos deixamos educar e guiar pela Virgem Maria, então a aliança com ela é como uma grande escola de amor. Nela aprendemos a amar para percorrer os caminhos do amor divino e chegar ao coração do Pai. E é assim que se tornará realidade em nossa vida a aliança com Deus.
Padre Nicolás Schwizer
Movimento apostólico Shoenstatt
08/07/2011 - 08h00
Link desse artigo: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12414

sábado, 30 de abril de 2011

Noite do Campista, Hoje 30/04/2011, às 18:30h!!! Em Nogueira, Petrópolis, RJ


Não deixe de ir conferir essa noite maravilhosa!!!
Porque você vale a pena!!!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

"Música para meus ouvidos!"

É Tempo de Amar

Mensagem Brasil

Composição : Rozeli Duque / Eugênio Jorge
Lárun lárunlá.. (Lá lalaiá, lalaiá...).
Existe um tempo pra cada coisa, existe um momento debaixo do céu
Existe um tempo pra cada coisa.
Existe um tempo pra cada coisa, existe um momento debaixo do céu
Existe um tempo pra cada coisa.
Tempo pra plantar, tempo pra colher
Tempo pra ganhar, tempo pra perder,
Tempo pra nascer, tempo pra morrer.
Tempo pra chegar, tempo pra partir,
Tempo pra apartar, tempo pra unir,
Tempo pra chorar, tempo pra sorrir.
Tempo pra cantar, tempo pra calar,
Tempo pra cair e pra recomeçar,
Hoje é o tempo, é tempo de amar!
Tempo pra cantar, tempo pra calar,
Tempo pra cair e pra recomeçar,
Hoje é o tempo, é tempo de amar!

Lárun lárunlá.. (Lá lalaiá, lalaiá...)

sábado, 14 de agosto de 2010

Frutifica em minha humanidade, Senhor!

O Senhor fala dentro de mim.
Me diz o que toca mais íntimo:
Meu interior grita,
Como um fogo flamejando,
Me deixando inerte.


As vezes eu me interiorizo,
Só, somente em pensamentos me permeio.

Tem vezes que resgatar o passado me consola,
Ao mesmo tempo vontade de resgatar o que sinto falta.

Resgatar o passado não salva o presente e nem me garante o futuro.

Meus sentidos cismam: "Que saudade...por que as coisas passam?"
"Gostaria de ficar mais um pouquinho..."


O Senhor me entende, é compassivo..
Misericordioso.


Diz para viver o hoje e pensar o amanhã como a espera do tempo Dele.

Me vendo assim...
Quero correr,
Ansear,
Vislumbrar,
Buscar,
Tocar fumaça!

Kairós! Tempo que o maligno me tenta a não confiar...
Eu humano e egoísta..
Quero tudo para ontem!
Intensidade de viver não é apenas isso..

Viver,
Hoje,
Sempre
Confiando na glória do Senhor em minha vida.
Entregar ansiedades do que não me pertence,
Dar glória que não sei do meu amanhã...

Somente os violentos!
Dizem SIM,
Deixam Jesus conduzir,
O que só Ele é o Senhor,
A nossa vida!


(Poesia redigida por Francine NQCosta, dia 14 de agosto de 2010)
(Poesia é protegida pelos direitos autorais)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Amor

Palavra sinônimo de um sentimento que é difícil caber em uma pessoa só. Ela sempre vai precisar de outra pra se unir e ter sentido. E no final, não é apenas sentimento. Uma decisão  de sentir por alguém ou algo. Decisão que planta vocação!
Amor não se define... difícil também se desse pra definí-lo.

Me sacode...me belisca...

Me mostre a realidade...

O que é amor?!

Parece ser a minha SALVAÇÃO! 

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Feminilidade e Sensualidade (???)


Feminilidade e Sensualidade (???) 



(fonte: quemtembocavaiaroma.livreforum.com/papo-cabeca-f12/feminilidade-e-sensualidade-t663.htm)

Mensagem por Milene Guimarães o Ter Dez 15, 2009 9:19 pm
A feminilidade e a sensualidade 
(
Manuela Melo)
Ser cristã não significa vestir-se de modo desleixado

Parece-me que os conceitos sobre “feminilidade” e “sensualidade” estão se misturando de tal forma em nossa sociedade, que as pessoas encontram dificuldades para diferenciá-las. Fui pesquisar em primeiro lugar como estão definidos no dicionário Aurélio e encontrei o seguinte: 

Feminilidade = s.f. Qualidade, caráter, modo de ser, de viver, de pensar, próprio da mulher. 

Sensualidade
 = s.f. Propriedade do que é sensual. / Inclinação pelos prazeres dos sentidos; amor das coisas ou qualidades sensíveis. 

Sensual = adj. Relativo aos sentidos. / Que satisfaz os sentidos: prazeres sensuais. 

A partir dessas definições, convido você a refletir comigo. 
Gosto muito da definição dada pela Igreja sobre a sexualidade humana de acordo com o Conselho Pontifício para a Família: "Sexualidade humana: verdade e significado". Peço que leia com bastante atenção como a instituição criada por Cristo a vê: 
Há que salientar a importância e o sentido da diferença dos sexos como realidade profundamente inscrita no homem e na mulher: «a sexualidade caracteriza o homem e a mulher, não apenas no plano físico, mas também no psicológico e espiritual, marcando todas as suas expressões». Isto é, não se pode reduzir a sexualidade a um puro e insignificante dado biológico, mas, como nos diz a Igreja é «uma componente fundamental da personalidade, na sua maneira de ser, de se manifestar, de comunicar com os outros, de sentir, exprimir e viver o amor humano». 


É importante entender que a resposta sexual não se limita ao comportamento sexual, mas a toda forma de sentir, pensar e desejar. 
Sexualidade envolve o homem total. Faz parte da constituição essencial da pessoa humana e é algo determinante, porque é a partir da sexualidade que nos relacionamos com o mundo. 


Homens e mulheres pensam de forma diferente, agem de forma diferente, sentem de forma diferente. Homens e mulheres são diferentes porque são complementares, um não é melhor do que o outro. Homens e mulheres devem ser iguais no direito à oportunidade de desenvolver plenamente sua potencialidade, mas, definitivamente, não são idênticos na sua capacidade inata. 
Ao mesmo tempo que a sexualidade é parte constitutiva da nossa essência, não se trata de algo pronto, mas que, como tudo em nós, precisa ser desenvolvido até o último dia de nossas vidas. 

Quero falar especialmente para as mulheres e fazer-lhes um convite: não tenhamos medo de assumir a nossa essência, sendo cada dia mais femininas. Não gastem energia querendo e buscando ser melhores do que os homens, querendo e buscando provar o seu valor. Somos diferentes e cada um de nós tem valor e dignidade própria pelo simples fato de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus. Ser mulher é dom, é graça. 


Uma coisa, no entanto, temos que entender: ser feminina e ser sensual são coisas distintas. Na sensualidade existe um contexto biológico. Especialmente no período fértil, nos sentimos mais bonitas, sentimos vontade de nos vestir e de nos arrumar melhor, e assim por diante. São reações hormonais que têm como objetivo a procriação, então, o corpo se prepara para conquistar o homem por estar pronto para gerar uma vida. Muitas vezes, agimos assim sem nos dar conta disso. Além disso, a nossa sociedade, que tanto banaliza a sexualidade humana, incentiva por todos os meios possíveis a sensualidade, e nisso há uma imensa indústria que visa apenas o lucro. Posso citar também o fato de que todo ser humano traz dentro de si um impulso natural para o prazer, e a sensualidade gera na mulher uma elevação na autoestima, a faz sentir-se mais bonita, mais “poderosa”. 


Por isso apresentei no início a visão da Igreja, para que possamos refletir sobre esse aspecto. Sexualidade não é algo apenas biológico, é bem mais do que isso. Quando nos deixamos levar por uma sexualidade sem sentido, como algo apenas biológico, o resultado quase sempre é o vazio. E a pessoa, geralmente, se torna prisioneira da sensualidade por uma necessidade de afirmação pessoal e, assim, o vazio tende a só aumentar. 


É próprio da mulher o querer andar bem vestida, bem arrumada. Ser cristã não significa vestir-se de forma desleixada, por exemplo. Mas é ter consciência de que a verdadeira beleza vem do nosso interior. É ter consciência do nosso valor e dignidade de filhas de Deus e não nos deixar levar unicamente pelos sentidos, por nosso instinto sexual. Somos bem mais do que isso. Ser feminina não significa andar com roupas extremamente curtas, justas ou coisas semelhantes. Quanto mais o nosso exterior for um extravasamento do nosso interior, tanto mais bonitas e femininas seremos. 


Com isso não estou negando a sexualidade nem a colocando como algo negativo, proibido. A nossa sexualidade faz parte do nosso ser, mas não somos apenas sexo. Nossa sexualidade, quando é vivida com dignidade, nos faz sentir plenos, completos, realizados. 

O se deixar guiar e conduzir pela sensualidade, reflete, na maioria das vezes, a necessidade de afirmação pessoal, por um desconhecimento da beleza interior e até mesmo exterior que se tem. Muitas vezes, nos deixamos impregnar por uma imagem ideal: a transmitida pela mídia, mas que é uma beleza estereotipada, vazia. 

Concluo reforçando o convite para todas as mulheres: não tenham medo de assumir a sua essência, e assim, ser cada dia mais femininas. Valorizem o dom que é ser mulher. Deixem fluir a beleza interior que vocês têm. 

Manuela Melo
psicologia@cancaonova.com
Missionária da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia, com especialização em Logoterapia e MBA em Gestão de Recursos Humanos.

_________________
[b]Milene Guimarães